Papa Bento VXI - Maio/2007

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Pacto pela Juventude : O que é?


PACTO PELA JUVENTUDE: O BRASIL PRECISA, A JUVENTUDE QUER!
Em abril de 2008, dois mil delegados e delegadas ecoaram as 400 mil vozes dos participantes do processo da 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude. Durante oito meses, milhares de propostas foram debatidas em diferentes etapas: conferências livres, consulta aos povos e comunidades tradicionais, conferências municipais, estaduais e nacional. Em cada uma dessas etapas, foram aprovadas resoluções e prioridades, que se encontram disponíveis para o debate público e expressam as demandas e expectativas da juventude brasileira para que seus direitos sejam plenamente garantidos.
O Pacto pela Juventude é uma proposição do Conselho Nacional de Juventude aos governos (federal, estaduais e municipais) e aos candidatos a prefeito e vereador, para que se comprometam com as Políticas Públicas de Juventude nas suas ações de governo e plataformas eleitorais, respectivamente.
O desafio é traduzir as demandas identificadas nas conferências em propostas,
iniciativas, programas e projetos de âmbito nacional, estadual e municipal, tendo como referência os seguintes parâmetros na implementação das políticas públicas de
juventude:
Jovens como sujeitos de direitos: as políticas públicas de juventude se justificam e se orientam pelo atendimento às necessidades dos e das jovens, não por uma compreensão de que eles e elas são “incompletos” ou “problemáticos”. Assim, estas políticas não devem ter como objetivo proteger ou controlar suas vidas. O reconhecimento de seus direitos deve estar alicerçado em uma perspectiva ampla de garantia de uma vida social plena e de promoção de sua autonomia.
Faixa etária: No Brasil são consideradas jovens as pessoas com idade entre 15 e 29 anos. Mas não se pode perder de vista a existência de faixas etárias intermediárias.
Os desafios colocados para os jovens de 16 anos são bastante distintos dos colocados para os jovens de 24 ou 29 anos, e este fato deve se refletir nas políticas.
A valorização da diversidade juvenil: É preciso reconhecer que um contingente de 50,5 milhões de pessoas, entre 15 e 29 anos, num país continental como o Brasil,comporta inúmeras diferenças de condições de vida, de identidade, formas de organização e expressão. Ao invés de criar rótulos e estereótipos, devemos reconhecer e valorizar a diversidade (de gênero, raça e etnia, orientação sexual,jovens com deficiência, rurais e urbanos, opção religiosa e de comunidades tradicionais, por exemplo) como traço marcante da juventude brasileira, mas também gerar condições para a superação das desigualdades sociais e econômicas. Estas sim devem ser combatidas.
Políticas públicas articuladas e integradas: As políticas públicas de juventude devem ter caráter redistributivo, ou seja, devem estar orientadas para diminuir as desigualdades entre os jovens e outros segmentos etários e dos jovens entre si. Estas políticas têm que servir também para assegurar direitos, potencializar talentos e valorizar a condição juvenil, independentemente da condição social. Para isso, devem ser implementadas, simultaneamente: políticas universais que levem em conta as demandas e singularidades juvenis (como a educação pública e a saúde), políticas emergenciais (apresentando novas chances aos jovens em situação de maior vulnerabilidade social) e políticas específicas (que reconheçam e promovam o potencial e as particularidades da condição juvenil).
Transversalidade das políticas: A vida cotidiana não é dividida em departamentos. Mas o Estado é. Por isso, geralmente, temas que deveriam andar juntos, acabam espalhados em Secretarias e Ministérios diferentes. Tratar as questões juvenis de modo transversal significa integrar objetivos e ações das políticas públicas. Mais do que uma pauta exclusiva dos órgãos institucionais de Juventude, os jovens devem ser tratados como um assunto estratégico por todo o governo.
Desenvolvimento integral: A juventude não é apenas uma passagem para o mundo adulto. Mais do que uma preparação para o futuro, a vivência juvenil é uma realidade no presente e, na contemporaneidade, combina processos formativos com processos de experimentação e construção de trajetórias nos mais diversos âmbitos. Para garantir um desenvolvimento integral, as políticas públicas devem se orientar pelo reconhecimento de que a escola, o trabalho, a cultura e as tecnologias de informação estão relacionadas, especialmente a partir das transformações sociais e dos avanços científicos dos últimos vinte anos.
Criação de órgãos especializados em Juventude: Fortalecer as políticas públicas de juventude implica responsabilidades diretas e específicas com a implementação de projetos e programas que levem em conta as demandas específicas da atual geração de jovens. Por isso, é indispensável a constituição de assessorias, coordenadorias ou secretarias no âmbito do Poder Executivo, com atribuições específicas na coordenação e articulação destas políticas.
Participação e Conselhos de Juventude: Promover o direito à participação é indispensável para o sucesso e efetividade de uma política de juventude. Ampliar os canais de diálogo com os movimentos juvenis e demais organizações da sociedade civil vinculadas ao tema, por meio do fortalecimento e criação dos Conselhos de Juventude (estaduais e municipais) e realização de Conferências é fundamental. À juventude cabe um papel ativo na formulação, monitoramento e avaliação dos projetos e programas. O sentido desta participação deve extrapolar os limites das políticas de juventude e vincular o debate em torno de um projeto de desenvolvimento local e nacional.
PACTO PELA JUVENTUDE: EU ASSUMO ESSE COMPROMISSO!

Pacto pela Juventude

Diocese de Uberlândia

A Igreja na Diocese de Uberlândia, que quer dizer "Terra Fértil" (Uber: Fértil; Land: Terra), deve espalhar a vida do amor de Deus a todos.

A Diocese de Uberlândia foi criada no dia 22 de julho de 1961, pela Bula Animorum Societas, do Papa João XXIII. Desmembrada integralmente da Arquidiocese de Uberaba, a Diocese de Uberlândia está situada a oeste do Estado de Minas Gerais (Triângulo Mineiro).

Bispos:
Primeiro bispo: Dom Almir Marques Ferreira (1961-1977)
Primeiro bispo coadjutor: Dom Onofre Cândido Rosa, SDB (1970-1977)
Segundo bispo: Dom Frei Estevão Cardoso de Avelar, OP (1978-1992)
Terceiro bispo: Dom José Alberto Moura, CSS (1990-2007)
Quarto Bispo: Dom Paulo Francisco Machado (2008)

Limites eclesiásticos:
Arquidiocese de Uberaba (MG)
Diocese de Patos de Minas (MG)
Diocese de Ituiutaba (MG)
Diocese de Ipameri (GO)
Diocese de Itumbiara (GO)

Municípios na Diocese:
Araguari - 106.403 habitantes
Araporã - 6.113 habitantes
Cascalho Rico - 2.799 habitantes
Estrela do Sul - 7.136 habitantes
Grupiara - 1.412 habitantes
Indianópolis - 6.244 habitantes
Monte Alegre de Minas - 18.348 habitantes
Tupaciguara - 23.076 habitantes
Uberlândia - 608.369 habitantes
Total: 779.900 habitantes
*Fonte: IBGE 2007

Superfície territorial:
13.784 km2

Cúria Diocesana de Uberlândia
Praça Nossa Senhora Aparecida, 130 - Bairro Aparecida
Fone: (34) 3235-0144 - Fax: (34) 3213-6310
Caixa Postal 799 - Cep. 38400-974
Cep. 38400-726 - Uberlândia (MG)

Atendimento:
Terça à Sexta: 09h às 12h - 14h às 17h
Secretária: Raimunda Carrara

Objetivos da PJ

Despertar os jovens para a pessoa e a proposta de Jesus Cristo, desenvolvendo com eles um processo global de formação a partir da fé, para formar líderes capacitados a atuarem na própria Pastoral da Juventude, em outros ministérios da Igreja e em seu meio específico, comprometidos com a libertação integral do homem e da mulher, bem como da sociedade, levando uma vida de comunhão e participação.

A Pastoral da Juventude assume a construção da Civilização do Amor proclamando:

SIM: à vida, ao amor como vocação humana, à solidariedade, à liberdade, à verdade e ao diálogo, à participação, ao esforço permanente pela paz, ao respeito pelas culturas, ao respeito pela natureza, à integração latino-americana;

NÃO: ao individualismo, ao consumismo. à absolutização do prazer, à intolerância, à injustiça, à discriminação, à marginalização, à corrupção e à violência.

Quem somos...

1 - Somos jovens das diversas realidades regionais, na maioria empobrecidos e a exemplo de Jesus Cristo fazemos a opção pelos pobres e jovens. Nos encontramos em grupos para partilhar e celebrar a vida, as lutas, sofrimentos e cultivar a amizade a partir de uma formação integral e mística própria.

2 - Somos grupos de Jovens motivados pela fé, atuando dentro das comunidades, a serviço da organização e animação das comunidades.

3 - Atuamos também na sociedade inseridos nos movimentos sociais, com destaque a participação política-partidária, movimentos populares e outras organizações que lutam em defesa da vida e da dignidade humana.

4 - Nos organizamos a partir das coordenações dos grupos, paróquias, e forania, ligados à Igreja do Brasil e da América Latina. Assim construímos e registramos nossa história, criando uma unidade na diversidade.

5 - Diante de uma política desumana da manipulação dos Meios de Comunicação Social e de uma realidade tão adversa, ousamos assumir e propor os projetos da Pastoral da Juventude do Brasil, como alternativa na construção da civilização do amor, sendo presença gratuita e qualificada no meio da juventude, atuando também em parceria com outras organizações da sociedade.

6 - Somos PJ organizada no Brasil, com linha definida e metodologia própria, aberta ao novo acolhimento dos anseios da juventude, garantindo o seu protagonismo, evangelizando de forma inculturada na realidade em que vivemos.

7 - Somos jovens felizes, apaixonados, ternos e motivados pela fé. Encaramos a vida com potencial criativo muito grande, valorizando as artes (dança, poesia, música...) o lazer, o corpo, o símbolo, as culturas, com ardor, sonhos e amor pela causa do Reino.